Este foi dos livros de que mais gostei deste ano que está a acabar.
Conhecia a autora, Jodi Picoult, de nome, mas nunca tinha lido nada dela porque tenho a ideia de que os livros que escreve não fazem o meu género de leitura.
Mesmo assim, comecei a ver muitos comentários a este livro e todos no sentido positivo. Perguntei a uma conhecida minha que me disse, “Dora, tu que gostas do tema “Holocausto”, tens de ler este livro porque é fabuloso!”.
Eu li a sinopse e em parte alguma falava da 2ª Guerra ou de algo que me levasse a crer que realmente era sobre o Holocausto. Perguntei a essa conhecia se não estaria a fazer confusão e ela insistiu para que o lesse.
Arrisquei e levei-o comigo para Barcelona. Durante os 3 dias que lá estive não li muito por falta de tempo mas nas viagens de avião e nas esperas dos aeroportos, não conseguia parar de o ler. São quase 600 páginas viciantes, muito emotivas e que não nos deixam pousar o livro; queremos sempre ler um bocadinho mais.
Vale mesmo a pena!
Sinopse: Sage Singer é padeira de profissão. Trabalha de noite, a preparar o pão e os bolos para o dia seguinte, tentando fugir a uma realidade de solidão, a más memórias e à sombra da morte da mãe. Quando Josef Weber, um velhote que faz parte do grupo de apoio de Sage, começa a passar pela padaria, os dois forjam uma amizade improvável. Apesar das diferenças, veem um no outro as cicatrizes que mais ninguém consegue ver. Tudo muda no dia em que Josef confessa um segredo vergonhoso há muito escondido e pede a Sage um favor extraordinário. Se ela disser que sim, irá enfrentar não só as repercussões morais do seu ato, como também potenciais repercussões legais. Agora que a integridade do amigo mais chegado que alguma vez teve está envolta numa névoa, Sage começa a questionar os seus pressupostos e as expectativas em torno da sua vida e da sua família. Um romance profundamente honesto, em que Jodi Picoult explora graciosamente até onde podemos ir para impedir que o passado dite o nosso futuro.”


Classificação: 5/5

10 thoughts on ““A Contadora de Histórias” de Jodi Picoult

    1. Eolo: Olha, pois é. Li esse então, mas não li mais. Este livro não é lamechas, acredita. 80% é passado nos campos de concentração com os factos que lá se passaram.

  1. Já li alguns livros dela mas acabei por parar porque comecei a sentir que a "fórmula" era sempre a mesma, se não estou em erro foram 3. Sei que há uma infinidade de livros dela, como escritora é excelente e esse livro parece-me muito interessante.

    Agora estou a ler "Cidade em chamas" de Garth Risk Hallberg, tem quase 1.000 páginas mas estou a gostar muito, é o tipo de livro que é como um bom copo de vinho tinto, para se ir bebendo e saboreando!

  2. O primeiro livro que li dela foi o Dezanove Minutos. Ia sem qualquer expectativa, não fazia mesmo ideia ao que ia, e acabei por gostar mesmo muito. Sobretudo do tema… foi uma óptima surpresa. Entretanto no Verão decidi ler outro livro dela, e peguei no À Procura do Amor… e achei tão chatinho!! A história, as personagens… fiquei tão desiludida que até tenho medo de voltar a pegar num livro dela.

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