Esta é, sem dúvida, das minhas
séries preferidas e que de certo nunca me esquecerei dela.
É uma série que passa a mensagem
que a única coisa que interessa é o amor e seres feliz. Independentemente de
quem amas, de como amas, de como te comportas, do que os outros pensam…apenas
ama e sê feliz. Parece lamechas mas de lamechas tem pouco.
Tem tido imensas nomeações e é um
sucesso porque Jeffrey Tambor tem uma performance magnífica.
Esta família é altamente
disfuncional e todos têm uma “pancada” maior que o outro. A mãe está
divorciada do pai, mas continua a meter o nariz na vida de todos, é uma
“drama queen” e mais tarde volta a tentar ter uma relação com o pai.
O irmão é produtor discográfico,
agora tem uma noiva que é rabina e está grávida. Apareceu-lhe um filho
adolescente em casa, que ele não sabia que tinha.
A irmã mais velha não sabe se é
hetero, se é lésbica, é conforme. Anda sempre à procura da última
“rush” para se sentir viva: nesta season é a droga e o bondage.
A irmã mais nova é a personagem
mais caricata, a meu ver. Esta actriz, entrou também em “Girls” e não
me esqueço dos seus sovacos cabeludos…quando apareceram aqui, já não
estranhei. É uma rapariga que também está um pouco perdida e nesta season,
assume a sua sexualidade, torna-se uma lésbica cheia de causas.
O pai é a personagem principla
desta história. Professor universitário, que um dia se cansa da vida que tem e
resolve assumir que é um “transgender” e passa a vestir-se de mulher
e a assumir esse estilo de vida.
Esta série não é cómica mas tem
momentos deliciosos que nos fazem rir. Tem uma particularidade…é capaz de nos
deixar um pouco deprimidos nalguns episódios. Pelo menos a mim aconteceu-me,
pois vi 5 num serão e os últimos 5 no dia seguinte.
Espero ansiosamente pela terceira
season.
Sinopse: Uma família de Los Angeles com sérios problemas de
relacionamento. Mort (Jeffrey Tambor) tem três filhos, já adultos: Ali (Gaby
Hoffman), Sarah (Amy Landecker) e Josh (Jay Duplass). Quando os reúne para
falar do futuro, os três ficam chocados ao descobrir que o assunto não é
herança finaceira, mas a notícia de que o pai deseja assumir -se como
transgénero. Todos os relacionamentos, com o mundo, com eles mesmos e um com o
outro, irão modificar-se à medida que os segredos e as dificuldades se vão
desvendando.
Curiosidades:
Esta série é baseada em factos verídicos, pois o pai do autor, 3 anos antes da
série estrear, assumiu ser transgénero. O título é um “trocadilho”:
“Transparente” é a maneira como Mort quer viver a sua vida e
significa também “Trans Parent” – pai que é transgénero.

7 thoughts on ““Transparent” Season 2

    1. Ricardo Francisco: Não acho que seja spoiler. Estou a descrever a season 2 e de como gostei. Spoiler é com séries que realmente se estraga se falarmos demais. Aqui não é o caso.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *